O prefeito de Imperatriz, Rildo Amaral (PP), enfrentou, em menos de uma semana, dois episódios políticos que frustraram os planos eleitorais de integrantes de sua família para as eleições de 2026.

O primeiro revés ocorreu durante a convenção do PV no Maranhão, quando o partido decidiu não lançar candidatos ao cargo de deputado estadual. Com isso, Flamarion Amaral, irmão do prefeito, ficou sem legenda para disputar uma vaga na Assembleia Legislativa. Posteriormente, a Executiva Nacional da Federação Brasil da Esperança (PT, PCdoB e PV) manteve a decisão adotada pelo diretório estadual, consolidando a exclusão da candidatura.

Agora, um novo desdobramento atinge o grupo político do prefeito. A primeira-dama de Imperatriz, Perla Amaral, que era cotada para ocupar a primeira suplência da candidatura de André Fufuca (PP) ao Senado, acabou ficando fora da composição da chapa.

A indicação foi vetada pelo União Brasil, partido que integra a aliança liderada por Fufuca. Com isso, a vaga de primeira suplente deixou de ser destinada à primeira-dama de Imperatriz, frustrando a articulação política construída nos bastidores.

Os dois episódios representam dificuldades para o fortalecimento da influência política do grupo liderado por Rildo Amaral nas eleições deste ano. Em poucos dias, tanto a tentativa de eleger um representante da família para a Assembleia Legislativa quanto a participação na chapa ao Senado sofreram obstáculos decorrentes de decisões partidárias.

Apesar dos reveses envolvendo seus familiares, Rildo Amaral permanece como uma das principais lideranças políticas de Imperatriz e aliado do grupo que apoia a candidatura de André Fufuca ao Senado. Até o momento, não houve manifestação pública do prefeito sobre os dois episódios.